Oficina de CI com Hugo Leonardo (BA)
Oficina de Contato Improvisação
Ministrante: Hugo Leonardo (Salvador – BA)
Datas:  14, 15 16 e 17 de maio (segunda à quinta)
Horário: Das 19h30 às 22h
Local: Centro Cultural dos Correios
Endereço: Av. Marquês de Olinda, 262 – Bairro do Recife
Realização: Coletivo Lugar Comum e Pesquisa Interfaces para Improvisação- Gabriela Santana (UFPE)
Mais informações:  Liana Gesteira (81) 9926.9799
Currículo resumido de Hugo Leonardo
Hugo Leonardo é referência para o Contato Improvisação na cidade de Salvador, Bahia, desde 2003. É promotor e diretor artístico do EmComTato Festival de Contato Improvisação de Salvador (2010, 2012). Como pesquisador, performer e professor nesta proposta de investigação do movimento e dança, tem atuado também em encontros e festivais nacionais e internacionais. Doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia e Mestre pelo Programa de Pós Graduação em Dança na mesma Universidade. Autor do livro “Poética da Oportunidade: Estruturas Coreográficas Abertas à Improvisação”, publicado pela EDUFBA (2009).
*Inscrições:
Valor da Inscrição: R$ 100,00
Número máximo de alunos:  15 pessoas
Conta para Depósito:  Banco Itaú – Ag: 7227 / CC: 00245-3 (Comum de 3 Produções Artísticas)

* As inscrições devem ser enviadas para o e-mail [email protected], mediante preenchimento e envio dos dados abaixo e envio do comprovante de pagamento do valor da oficina.

Dados para Inscrição
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Telefone:
E-mail:
Endereço:

Tem alguma experiência em Cotato e Improvisação? Qual? (não é obrigatório ter experiência)

Coletivo Lugar Comum no II EmComTato (BA)

O Coletivo Lugar Comum esteve presente no II EmComTato – Festival de Contato Improvisação de Salvador. O Festival foi organizado pelo dançarino e pesquisador Hugo Leonardo.

Liana Gesteira e Conrado Falbo representaram o Coletivo Lugar Comum no evento, que contou com oficinas e cursos intensivos de professores renomados como Daniela Schwarz (Arg/Fra), Eckhart Müller (Alem/Fra), Camilo Vacalebre (Ita/Br), Ricardo Neves (Br) e Gustavo Lecce (Arg). Foi uma semana de muita dança, reflexão e contatos.

Obrigado Hugo e esperamos você em Recife assim que possível!

Coletivo levanta debate sobre acessibilidade e dança

“É preciso a saudade para eu sentir
como sinto – em mim – a presença misteriosa da vida…”

(Trecho de Presença – Mário Quintana)
Poema presente no espetáculo LEVE nas
vozes de Maria Agrelli e Renata Muniz

A beleza de dançar para um público amplo, incluindo pessoas com deficiência visual e auditiva, presenças diversas, criando outras percepções e novos sentidos e sentimentos na troca com a plateia e também no corpo do bailarino. A nova temporada do premiado espetáculo de dança “LEVE”, encenado pelas bailarinas Renata Muniz e Maria Agrelli, do Coletivo Lugar Comum, começa neste mês de março, no Hermilo Borba Filho, com uma proposta inovadora. Todas as sessões da temporada, que vai até 04 de maio, contarão com audiodescrição e intérprete de LIBRAS, levantando a discussão valiosa e urgente sobre a acessibilidade nas artes, com um debate aberto a artistas, educadores e ao público em geral no final do percurso.

O projeto, aprovado pelo FUNCULTURA, tem início nesta quarta (28/03), começando com apresentações todas as quartas e quintas, às 19h, no Hermilo, até o dia 19 de abril. Em todas elas haverá 30 equipamentos de audiodescrição, proporcionando a tradução intersemiótica do que está sendo visto em palavras que descrevem objetivamente os movimentos e a interpretação das meninas, luz, cenário, figurinos, tudo especialmente e poeticamente pensado para as pessoas com deficiência visual. Além de um intérprete de LIBRAS que ensaiou todo o texto falado e as letras das músicas junto com as bailarinas para integrar ao espetáculo a tradução simultânea na linguagem dos sinais. O trabalho de consultoria e desenvolvimento do projeto de acessibilidade é da VouVer, da atriz Andreza Nóbrega e da psicóloga Liliana Tavares, ambas consultoras em acessibilidade e audiodescritoras.

A agenda das apresentações inclui ainda os dias 25, 26, 27 e 28 de abril e 02, 03 e 04 de maio. Haverá oficinas de dança para pessoas com deficiência visual e auditiva e mais, no dia 06 de maio, no Centro Cultural Correios, o projeto se desdobra com a realização de um debate aberto, como parte da programação do Festival Palco Giratório, sobre a acessibilidade comunicacional nas artes, com a presença do professor, audiodescritor e intérprete de LIBRAS Francisco Lima e de Andreza Nóbrega, cuja dissertação de mestrado também está focada no tema.

“LEVE foi o primeiro espetáculo de dança em Pernambuco a contar com o recurso da audiodescrição, durante uma das apresentações do Palco Giratório, em 2010. Agora será o primeiro a realizar uma temporada inteira com esse pensamento que integra a arte e a acessibilidade comunicacional com audiodescrição e LIBRAS na concepção de cada uma das sessões”, explica Andreza Nóbrega. Ela diz que em teatro já há mais iniciativas, mas em dança ainda são poucos os grupos que se concentram no debate. “Mas tudo isso vai mudando aos poucos. A orientação sobre a importância da acessibilidade ressaltada nos próprios editais, como é o caso do FUNCULTURA, tem feito os coletivos e artistas planejarem seus espetáculos com essa prioridade”, completa Liliana Tavares.

“A audiodescrição em dança tem que dançar com o corpo no palco, porque é movimento”, destaca Andreza com o brilho nos olhos de quem fala com paixão sobre a sua luta e suas conquistas. Para Liliana “é um processo muito rico. Cada obra é nova, cada trabalho é único, seja teatro, ópera, dança, cada espetáculo é único”.
Nas sessões de LEVE, as pessoas com deficiência visual farão um tour tátil antes do início de cada espetáculo, complementando as informações percebidas e agregando ao que é ouvido as texturas, temperaturas, desenhos no espaço e outras informações do cenário e figurinos das bailarinas.

Para Maria Agrelli e Renata Muniz, a experiência tem dado a chance de perceber a criação a partir de novos olhares, além da emoção de ver o trabalho artístico tocar cada vez mais pessoas. “Durante a pesquisa de LEVE vimos que o último sentido que a gente perde quando morre é a audição e por isso no final, saímos do palco e a música continua tocando e fica ali, a música e o espaço, por muito tempo. Agora, pensando nas pessoas com deficiência auditiva, o nosso próprio universo ganha outras cores e outros sentidos”, diz Maria Agrelli.

Segundo dados do Censo 2000 do IBGE, existe uma média de 148 mil cegos e 166 mil surdos no Brasil, estando na região Nordeste a maior parcela dessa população (16,8%). Partindo do pressuposto de que a arte e a cultura são direito de todos e que o acesso democrático aos bens culturais é fator de identificação social do qual as pessoas com deficiência visual e auditiva fazem parte, a acessibilidade comunicacional consiste na eliminação de barreiras que impedem a comunicação. No Brasil o debate ganhou novos horizontes desde 2000, por meio da promulgação da Lei Federal nº 10.098 sobre acessibilidade comunicacional e sua regulamentação em Dezembro de 2004 pelo Decreto Federal 5.296.

LEVE foi concebido e montado em 2009, reunindo jovens artistas recifenses em um espetáculo de dança que traz novos conceitos para a cena, promovendo a integração entre movimento, música, cenário e iluminação.  É um espetáculo que proporciona ao público um ambiente poético e intimista, e comove por tratar de temas tão recorrentes à condição humana: a morte, as perdas, as saudades. As sensações de impotência, dor, raiva, angústia, vazio, alívio se mesclam nas cenas, desveladas pelos corpos das bailarinas e pela atmosfera criada para este trabalho. A montagem estreou nacionalmente em junho de 2009, com uma trajetória de sucesso e premiações, incluindo melhor espetáculo júri oficial e popular, trilha sonora, iluminação, cenografia e bailarina no Prêmio APACEPE de Teatro e Dança de 2010. Participou do Festival Palco Giratório circulando por 15 estados diferentes, foi visto em 33 cidades do Brasil. Desde sua estreia já foi assistido por mais de 5 mil pessoas.

LEVE – NOVA TEMPORADA

QUANDO?
28 E 29 DE MARÇO
04, 05, 11, 12, 18, 19, 25, 26, 27 E 28 DE ABRIL
02, 03 E 04 DE MAIO

ONDE?
TEATRO HERMILO BORBA FILHO

QUANTO?
R$ 5,00 (PREÇO ÚNICO)

FICHA TÉCNICA (criação)

Concepção, criação e coreografia:
Maria Agrelli e Renata Muniz
Assistente de Coreografia: Liana Gesteira
Consultoria Artística: Valéria Vicente e Maria Clara Camarotti
Laboratórios Criativos: Liana Gesteira
Preparação Vocal: Conrado Falbo
Pesquisa Teórica e Diário de Criação: Renata Pimentel
Trilha Sonora Original: Isaar
Iluminação Criação e Execução: Luciana Raposo
Figurino Criação: Maria Agrelli
Figurino Execução: Maria Lima
Cenário Criação e Design Gráfico: Isabella Aragão e Luciana De Mari
Cenário Execução: Isabella Aragão, Luciana De Mari e Martiniano Almeida
Fotos: Breno César

FICHA TÉCNICA (NOVA temporada)

Bailarinas: Maria Agrelli e Renata Muniz
Preparação Corporal: Luiz Roberto da Silva, Victor Monteiro Ramos (Pilates)
Operação de luz: Luciana Raposo e Rodrigo Oliveira
Cenotécnico e Operador de Som: Almir Negreiros
Produção Geral: Comum de 3 Produções Artísticas e Carminha Lins
Produção Executiva: Grão – Comunicação e Cultura (Rute Pajeú)
Assessoria de Imprensa: Íntegra Cooperativa de Notícias
Projeto de Acessibilidade Comunicacional: VouVer Acessibilidade Cultural
Consultoria em Acessibilidade: Andreza Nóbrega
Roteiro de audiodescrição: Andreza Nóbrega
Locução da audiodescrição: Andreza Nóbrega e Liliana Tavares
Intérprete de Libras: Ernani Ribeiro e Anderson Tavares

Oficina com Maria Eduarda Buarque
O Coletivo Lugar Comum está realizando mais uma oficina de dança neste mês de março, ministrada pela coreógrafa, integradora estrutural e psicóloga Maria Eduarda Buarque.  A oficina está sendo realizada somente para os integrantes do Coletivo, pois faz parte do processo de criação de um novo espetáculo, previsto pelo projeto Segunda Pele, que conta com o incentivo do Fundo de Incentivo a Cultura de Pernambuco (FUNCULTURA).
Coletivo ganha prêmio do Juri Popular!

 

A noite de performances “Corpos Compartilhados” (apresentada no dia 25/01 por quatro ocupantes do Coletivo Lugar Comum) acaba de ser premiada com o troféu APACEPE de melhor espetáculo de dança na votação do Júri Popular.

O público que compareceu aos espetáculos apresentados durante o Janeiro de Grandes Espetáculos recebeu cédulas para que pudesse escolher seus favoritos. A premiação aconteceu na noite do Domingo 29/01.

O prêmio APACEPE (Associação dos Produtores das Artes Cênicas de Pernambuco) contempla espetáculos de várias categorias. Em 2010 o espetáculo “Leve” do Coletivo Lugar Comum foi premiado nas categorias mehor espetáculo de dança (júri oficial e popular), melhor trilha sonora (para Issar), melhor bailaina (para Maria Agrelli), melhor iluminação (para Luciana Raposo) e melhor cenário (para Isabella Aragão e Luciana de Mari).

Estamos felizes e agradecemos ao público que compareceu às performances e votou no Coletivo Lugar Comum. Obrigado!

Janeiro de Grandes Espetáculos 2012

O Coletivo Lugar Comum marcou presença no Janeiro de Grandes Espetáculos. Quatro performances foram apresentadas ao público que lotou a Casa Mecane na noite do dia 25/01.

Liana Gesteira abriu a noite com “Topografias do Feminino”

Liana Gesteira – Topografias do Feminino (Foto: Conrado Falbo)

Depois foi a vez de Silvinha Goes, com “OSSevaO”.

Silvinha Goes – OSSevaO (Foto: Conrado Falbo)

Seguida de Cyro Morais com “Valsa.me”

Cyro Morais – Valsa.me (Foto: Conrado Falbo)

Maria Agrelli surpreendeu o público com “Pé de Saudade”, solo que foi incluído no programa de última hora

Maria Agrelli – Pé de Saudade (Foto: Conrado Falbo)

Queremos agradecer à equipe da Casa Mecane, à produção do Janeiro de Grandes Espetáculos, e ao público que esteve presente e trocou essas emoções conosco.

Obrigado e até a próxima!!!

Luciana Raposo (iluminadora) e Caio Lima (trilha sonora e operação de som) (Foto: Conrado Falbo)

Oficina com Valéria Vicente

A dançarina, pesquisadora e professora Valéria Vicente acaba de ministrar oficina para vários dos ocupantes do Coletivo Lugar Comum. Foram seis dias de muito trabalho, investigação, trocas e descobertas.

Este processo faz parte da preparação para o espetáculo de dança Segunda Pele, que busca refletir sobre as maneiras pelas quais construímos nossas identidades através do que vestimos.

A oficina foi extremamente frutífera e prazerosa. Estamos felizes.

Obrigado, Valéria!

Coletivo no Janeiro de Grandes Espetáculos

Já estão à venda na Casa Mecane, na Boa Vista, ao valor de R$ 10, os ingressos para a Noite de Performances Corpos Compartilhados. O evento vai reunir nesta quarta-feira, dia 25, às 19h, três solos de dança contemporânea criados por artistas do Coletivo Lugar Comum a partir de um pensamento de performance. Os trabalhos são Topografias do Feminino, de Liana Gesteira, sobre o corpo-território da mulher, com seus significados, sensações e simbologias; OSSevaO, de Sílvia Góes, poetizando sons e lapidando letras num corpo-palavra; e Valsa.me, de Cyro Morais, um convite para a dança de um corpo que traz marcas de diferentes amores vivenciados. Todos têm em comum a proposta de discutir em seus corpos memórias e vivências de outros. Veja abaixo a ficha técnica de cada uma das performances:

OSSevaO, de Sílvia Góes. Foto Conrado Falbo

OSSevaO – Concepção: Sílvia Góes. Colaboração artística: Maria Agrelli e Liana Gesteira.

Topografias do Feminino, de Liana Gesteira. Foto: Thiago Liberdade

Topografias do Feminino – Concepção: Liana Gesteira. Colaboração artística de corpo: Maria Agrelli, Renata Muniz e Sílvia Góes. Orientação do trabalho de voz: Conrado Falbo. Orientação pesquisa teórica: Maria Acselrad. Figurino: Maria Agrelli. Trilha sonora: Caio Lima e Hugo Medeiros (Rua). Poemas citados na performance: Viviane Mosé (retirados do livro Pensamen-to Chão).

Valsa.me, de Cyro Morais. Foto: Acervo Semana de Cênicas da UFPE

Valsa.me – Concepção: Cyro Morais. Colaboração artística: Maria Agrelli, Liana Gesteira, Renata Muniz e Maria Clara Camarotti. Figurino: Maria Agrelli. Cenário: Roberta Ramos. Trilha sonora: Caio Lima (Rua).

SERVIÇO:
Dia 25 (quarta), às 19h, na Casa Mecane. Av. Visconde de Suassuna, nº 338, Santo Amaro – Recife – PE. Telefones: 81 3423-6562 | 3038-0543. Duração: 1h | Indicação: livre. Ingresso: R$ 10,00 (preço único promocional).

**As performances concorrem ao Prêmio APACEPE de Teatro e Dança na categoria DANÇA.

Coletivo em Natal (RN)

Coletivo em Natal (RN)

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Divulgação de OSSevaO, perfomance de Silvinha Góes

As bailarinas Liana Gesteira e Silvinha Góes, integrantes do Coletivo Lugar Comum, viajam este fim de semana para a capital potiguar para participar do Palco Gira Dança. No sábado, dia 5, a partir das 15h, elas ministram juntas a oficina Improvisação – Corpo e Poesia. No dia 6, apresentam suas respectivas performances: Liana Gesteira, com Topografias do Feminino, e Silvinha Góes, OSSevaO.

Cartaz da Oficina Improvisação – Corpo e Poesia

Para participar da oficina, o investimento é de R$ 20 e as vagas são limitadas. Já para as performances, a entrada é gratuita.

Divulgação de Topografias do Feminino, de Liana Gesteira

SOBRE O GIRA DANÇA

Esta é terceira edição do evento, realizado pelo Gira Dança, companhia de dança contemporânea formada por pessoas com e sem deficiência que tem como proposta artística ampliar o universo da dança através de uma linguagem própria, voltada para o conceito do corpo como ferramenta de experiências. A companhia foi criada em 2005 pelos bailarinos Anderson Leão e Roberto Morais.

Mais informações pelo telefone do Gira Dança: (84) 3344.4109 ou em www.giradanca.blogspot.com.

LEVE na Virada Cultural

LEVE na Virada Cultural

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As bailarinas Renata Muniz e Maria Agrelli e a designer de iluminação Luciana Raposo, integrantes do Coletivo Lugar Comum voltam a encenar o espetáculo LEVE no Recife, desta vez, dentro da programação da Virada Cultural. A apresentação será nesta sexta-feira, dia 14, às 20h, no Teatro Arraial. LEVE volta à capital pernambucana em um intervalo entre as viagens do projeto Palco Giratório, do SESC, por outros estados do País.

O Teatro Arraial fica na Rua da Aurora, 457, Boa Vista, Centro do Recife. A entrada é gratuita.